Para além de trágico para o movimento cultural em Suzano, o fechamento do espaço Contadores de Mentira, no Parque Maria Helena, é algo no mínimo curioso.
Fechar um espaço porque ele não possui todos os requisitos formais pode parecer algo bastante razoável, não fosse considerada a realidade como ela é em Suzano.
Para dar apenas um exemplo, boa parte dos estabelecimentos em ruas importantes da cidade possui algum tipo de irregularidade. Os debates realizados em torno da revisão do plano diretor da cidade mostraram que a revisão do zoneamento é necessária para torná-los regulares.
Porém, como se tratava de uma proposição do governo de Marcelo Candido, a oposição sem limites daquele período tomou todas as iniciativas para que ela não fosse aprovada.
O que fará a prefeitura, agora capitaneada por aqueles que eram os opositores de ontem, diante desse cenário em que parte importante da cidade possui irregularidades em tantos estabelecimentos.
Curiosamente, a letra fria da lei, a mão pesada do poder do Estado, pousou sobre as cabeças de um grupo de artistas, os Contadores de Mentira, que querem apenas sobreviver de forma colaborativa com artistas da cidade, em seu espaço.
Mas muitas vezes os fins justificam os meios. Questões formais menores imperaram para o fechamento do espaço, quando de fato para o caso os elementos de fundo são outros.
Todos os grupos em Suzano são o que são, com seus coletivos, com suas produções, o resultado do esforço permanente deles próprios. Grupos de teatro, o povo das artes plásticas, os músicos, enfim, os fazedores de cultura, devem observar que o ataque aos Contadores de Mentira, é um ataque ao teatro e a cultura de Suzano.
Nesse caso, o uso de dois pesos e duas medidas coloca o poder do Estado para sufocar aqueles que querem apenas o direito a expressão.
Que os artistas, todos, não fiquem na platéia sentados como se espera de um público bem educado, quietinho. Que rompam a quarta parede, invertam tudo, assumam o palco e nele se manifestem.
Fechar um espaço porque ele não possui todos os requisitos formais pode parecer algo bastante razoável, não fosse considerada a realidade como ela é em Suzano.
Para dar apenas um exemplo, boa parte dos estabelecimentos em ruas importantes da cidade possui algum tipo de irregularidade. Os debates realizados em torno da revisão do plano diretor da cidade mostraram que a revisão do zoneamento é necessária para torná-los regulares.
Porém, como se tratava de uma proposição do governo de Marcelo Candido, a oposição sem limites daquele período tomou todas as iniciativas para que ela não fosse aprovada.
O que fará a prefeitura, agora capitaneada por aqueles que eram os opositores de ontem, diante desse cenário em que parte importante da cidade possui irregularidades em tantos estabelecimentos.
Curiosamente, a letra fria da lei, a mão pesada do poder do Estado, pousou sobre as cabeças de um grupo de artistas, os Contadores de Mentira, que querem apenas sobreviver de forma colaborativa com artistas da cidade, em seu espaço.
Mas muitas vezes os fins justificam os meios. Questões formais menores imperaram para o fechamento do espaço, quando de fato para o caso os elementos de fundo são outros.
Todos os grupos em Suzano são o que são, com seus coletivos, com suas produções, o resultado do esforço permanente deles próprios. Grupos de teatro, o povo das artes plásticas, os músicos, enfim, os fazedores de cultura, devem observar que o ataque aos Contadores de Mentira, é um ataque ao teatro e a cultura de Suzano.
Nesse caso, o uso de dois pesos e duas medidas coloca o poder do Estado para sufocar aqueles que querem apenas o direito a expressão.
Que os artistas, todos, não fiquem na platéia sentados como se espera de um público bem educado, quietinho. Que rompam a quarta parede, invertam tudo, assumam o palco e nele se manifestem.
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